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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Quem não se aceita...


"Quem não se aceita, quem não tem tolerância consigo próprio, vive constantemente ameaçado por uma insuportável insegurança. Torna-se reativo, sarcástico, raivoso, irônico, gozador, possessivo, ciumento e destrutivamente invejoso. Carrega um inexplicado e ácido sentimento de culpa entrando facilmente em processos de autodestruição. Tudo o que precisa sentir é que não é o detrito que, um dia, lhe fizeram crer que era." 

Arly Cravo
imagemdaqui


sábado, 24 de setembro de 2016

Por que nos sentimos mal (ou bem) perto de algumas pessoas?



Sempre que nos aproximamos de alguém, a nossa leitura de realidade vai infinitamente além do que o nosso cérebro processa racionalmente. Captamos não só o que nos é dito, mas também processamos informações visuais, cheiros e temos reações emocionais diversas a partir de tudo o que é constantemente percebido pelo nosso corpo. Somos influenciados pela nossa história pregressa em todos os níveis: do fisiológico ao racional (que é o último a compreender a situação).

O contato com uma pessoa pode ativar reações de medo, se algo que já passamos no passado possui alguma característica que captamos involuntariamente (um cheiro, um modo de olhar, um vacilo ao falar). Da mesma forma podemos sentir inveja, culpa ou repulsa sem admitirmos isso para nós mesmos, pois alguns sentimentos não são considerados nobres socialmente. Logo, sempre será mais fácil atribuir ao outro uma característica negativa, que aceitá-la em nós mesmos.

É comum que invejosos definam-se como invejados, que pessoas que costumam ser injustas definam-se como muito injustiçadas ou mesmo que pessoas que têm dificuldade em ver o bem do outro atenham-se a descrições maldosas de terceiros. 

É por causa de percepções de eventos anteriores, e que não conseguimos racionalizar, que temos a tendência a repetição de comportamentos. Quem já não ouviu aquela história de um conhecido que só namora pessoas que têm problemas com bebida, de um primo que já foi traído várias vezes, – mesmo sem ninguém entender (nem ele) como consegue sempre escolher relacionamentos com as mesmas características negativas e que lhe são prejudiciais- e assim por diante. As pessoas têm suas reações e fazem suas escolhas baseadas em algo familiar (não necessariamente bom)e que, muitas vezes, nem chegam a entender.

Podemos nos sentir mal perto de alguém por razões óbvias, que vão de um conflito de ideias, choque de valores ou até mesmo por identificar um espelho do que nós mesmos somos ou tememos ser.

Uma pessoa que pensa diferente pode agredir verdades pessoais pré-estabelecidas e, assim,  causar uma ansiedade reativa através de comportamentos intolerantes.

Uma pessoa que é diferente da maioria pode causar medo pelo desconhecido representado por uma cultura, cor de pele, religião, orientação sexual ou até política. A rejeição de alguém costuma ser reflexo da inabilidade para lidar com o novo: agride-se o desconhecido.

Nos dois casos mencionados acima, a pessoa inábil tende a rechaçar, descartar e evitar o que teme ou agride seus frágeis conceitos anteriores.

A atenção às suas próprias reações torna-se vital, pois é ela que permitirá que a consciência detecte os motivos das reações positivas (simpatia imediata, por exemplo) ou, como aborda o título, o mal estar.

Se conseguirmos identificar quando o nosso mal estar é legítimo (e não um mero mecanismo de defesa de nossas próprias dificuldades), teremos a capacidade de usá-lo de maneira sábia e evolutiva nos afastando de situações que nos causem real perigo ou nos aproximando do que pode ser benéfico (muitos chamariam isso de intuição).

Logo, a intuição nada mais é do que aprender a ouvir nossa mente e corpo  de maneira limpa e filtrando os mecanismos de defesa que, embora nos protejam de algumas de nossas dificuldades, nos privam da verdade das coisas e das situações.

Reflexões pessoais sem juízo moral, como as que acontecem nos processos psicoterápicos, ajudam as pessoas a perceber, aceitar e lidar com as diversas esferas de si.

O autoconhecimento, de maneira geral, permite que saibamos cada vez mais quando devemos nos afastar de alguém porque esse alguém realmente nos faz mal ou quando a mudança deve ser pessoal.

Termino com uma frase que vi em uma tirinha sem autoria:
“Minha mãe sempre disse que não devo andar com pessoas ruins, mas, e se a pessoa ruim for eu?” 

Josie Conti
Fonte:Contioutra
imagem:google


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A bondade que não vira notícia...


"Os jornais não anunciam a mãe que trabalha duro todo dia, e ao deitar beija seu filho feliz pelos sacrifícios que faz por ele. Não falam da moça que adotou um animal da rua nem do menino que devolveu o troco. Não há manchetes para os que doam sangue, órgãos ou seu tempo com serviço voluntário. Não temos notícia da mulher que leva lixo na bolsa para não sujar seu planeta, do rapaz que carrega as sacolas da avó, do homem que batalha todo dia para ter um sustento honesto para sua família. Só se ouve da maldade do mundo. Quando a bondade está aí, em cada esquina, mostrando que o amor é regra, não exceção."

Rachel Carvalho

Postei esta mesma mensagem na página Passarinhos no Telhado no Facebook, e uma pessoa disse o seguinte: "...Mas a maldade vem ganhando cada vez mais espaço no mundo. Infelizmente, até em nosso trabalho, tem mais gente torcendo que a gente caia, do que fazendo votos de que alcancemos sucesso. Falo dessa maldade que não aparece, que fica camuflada detrás de um riso falso..."
É amigos, você também pode pensar da mesma forma... e não tiro a razão. Mas esse tipo de coisa, essa "maldadezinha" que muitas vezes notamos no outro... não nos diz respeito. Devemos olhar e cuidar sim daquilo que nos cabe: será que o nosso sorriso é verdadeiro? Será que torcemos para o sucesso dos nossos colegas? Será que tenho atitudes de bondade? Só isso podemos, de certa forma, controlar. O resto é perda de tempo...e perda de vida. 
Volte o seu olhar para aquilo que faz bem...
Pois onde está nossa atenção...é lá que estamos!

Beijos reflexivos...

terça-feira, 20 de setembro de 2016

A magia do Manjericão


Era uma vez um vasinho de manjericão verdinho e cheiroso, que praticamente me pediu para vir morar comigo! Sim... isso mesmo...me pediu! Passei por ele em uma floricultura e o danadinho ficou enganchado no meu casaco de lã! Quando olhei pra ele... verdinho, com algumas florzinhas, foi amor a primeira vista! Rico cheiro!!! Sou apaixonada por manjericão! 

Mas será que ele ia se adaptar em um apartamento? Em um vasinho diante da janela? hã?
Mas mesmo assim resolvi arriscar...E cá está ele! Adaptadíssimo! 

Mas o danadinho começou a crescer muito rápido! Ficou enorme...
E tive que podar!


E a coragem de colocar fora os galhos arrancados? hã?
Ah não tive...coloquei em um vidro com um pouco de água.
Vou usando aos poucos, coloco em molhos, faço banhos energéticos...ou simplesmente amasso uma folha entres as mãos só pelo prazer de sentir seu maravilhoso perfume! 


Mas qual significado energético do Manjericão? 

O manjericão tem o poder de nos fazer ver além...
De tomar a decisão acertada, de encontrar o caminho certo. 
Trabalha nosso poder mental.

Quer encontrar seu propósito?
Quer tomar a decisão certa na carreira?
Quer saber qual profissão seguir?
Quer tomar a decisão certa na vida?
Quer ter clareza mental para ver além?

Então use o poder dessa erva aromática maravilhosa! 



Mas como?

Pegue uma folha, ou um pequeno galho e coloque entre suas mãos. 
Com todo amor e intenções elevadas, leve até suas narinas. 
Respire fundo seu aroma.
Imagine esse aroma, ser uma energia verde brilhante que penetra pelas suas narinas e preenche seu corpo.
Depois com as mãos em prece, e o galinho entre as mãos, coloque diante do seu peito e fique por alguns minutos. Imagine a energia da planta, irradiando das suas mãos e tomando conta do seu corpo. 
Visualize-se envolto por essa energia verde brilhante.
Depois de alguns minutos, agradeça o momento.
E descarte o galho no lixo, ou natureza.

Você vai sentir uma paz, uma clareza mental... experimente!

E olha só o que aconteceu com os galhos que eu havia podado...


Que querido! Criaram raízes!
É a natureza querendo recomeçar... 

Agora esses galhos viraram mudas, e estão prontos para serem plantados novamente.
E o que fazer com tantas mudas de manjericão?
Dê de presente ué...

Faça como essa gentil pessoa:

Deixe a vida de todos cheirosa também!

Beijos perfumados...

Sheila Costa
do blog Passarinhos no Telhado



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Não crie problemas desnecessários para você



"Não crie problemas desnecessários para você. E o entendimento descerá sobre você se você observar como você torna um problema cada vez maior, como você o engendra, e como você ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Assim de repente, você está no topo da sua miséria e você está necessitando da simpatia do mundo inteiro.
O ego precisa de problemas. Se você compreender isso, na própria compreensão as montanhas viram montículos novamente, e então os montículos também desaparecem. Subitamente há vacuidade, pura vacuidade por toda parte. Isso é tudo o que a iluminação é – um profundo entendimento de que problemas não existem. Assim, sem nenhum problema para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente você começa a viver. Você irá comer, irá dormir, irá amar, irá bater papo, irá cantar, irá dançar. O que tem mais para fazer? Você se tornou um deus, você começou a viver. 
Viva, dance, coma, durma, faça as coisas tão totalmente quanto possível. E lembre-se sempre: quando você flagrar a si mesmo criando algum problema, dê o fora dele, imediatamente."

Osho


domingo, 18 de setembro de 2016

Não te permitas relacionamentos conflituosos...


“Ame sempre, mas não te permitas relacionamentos conflituosos sob a justificativa de que tens a missão de salvar o outro, porque ninguém é capaz de tornar feliz aquele que a si mesmo se recusa a alegria de ser pleno.” 

Divaldo Pereira Franco


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O moço bonito...


O moço bonito brincou de cair no rio uma vez, mas era faz de conta, era fábula, o público tava todo esperando ele voltar pra aplaudir de pé, e o autor, com gosto, escreveu que o moço voltava. Só que o moço não resistiu ao encantamento do rio e mergulhou de novo. E o rio, apaixonado, tomou a caneta da mão do autor e abraçou o moço pra ter o espetáculo só pra si.

Ê, Chico, contigo não se brinca mesmo, tu anda maltratado, mas que ninguém duvide da tua força, né, meu véi.

Eu? Ah, eu despedaçada. Eu de boca aberta e olhos arregalados. Porque a ficção das ficções não chega aos pés desse mundo que a gente leva a sério. Então, o protagonista também morre? Morre. Na verdade, aqui acontece toda sorte de coisas impossíveis porque acabar, acabar não acaba nunca e a gente vai sendo o personagem dentro do personagem dentro do personagem. Mas, do lado de cá do véu, a gente só enxerga o lado de cá do véu, o lado de cá das cortinas.

E o grande ator se despede deixando o público suspenso numa metalinguagem de dar vertigem. Diacho de vida doida, diacho de vida linda, ficamos aqui, mergulhados todos, numa realidade limitada e mágica. Como no teatro.

Texto de Ingra Rosa
Imagem: Por do sol no rio São Franscisco


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bagunça nunca mais! Faça suas caixas organizadoras!


Olá amigos!

Achei essa ideia tão interessante e criativa, que tive que compartilhar!
Caixas organizadoras, cheias de estilo!
Você já viu o preço de uma caixa organizadora? É muito caro!!
Olha que ideia boa e melhor: o custo baixíssimo!
Basta uma caixa de papelão, corda, cola quente e um saquinho de tecido, que pode ser até uma fronha velha!

Achei várias imagens na internet dessas caixas organizadoras para te inspirar!
Olha só:




Veja aqui o passo a passo! Muito fácil!!! 

Agora é só criar! Beijos criativos...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

10 dicas amorosas para seu bebê ter uma boa noite de sono





















Com berço ou cama compartilhada, independente da idade do bebê, aí vão algumas dicas ~genéricas~ para uma boa noite de sono. Sem deixar chorar e com muito amor.

1) Cada bebê é um
Você já sabe, mas repita como um mantra. Cada um tem suas próprias demandas, medos e gostos. Não compare os hábitos de sono do seu filho com o do priminho. Inspire-se, troque ideias com outras mães, mas lembre-se que o que funciona para um nem sempre é adequado para o outro.

2) Olho no olho
Durante o dia, separe um tempo para estar, de fato, com o bebê. Esqueça o celular, as tarefas e planos e conecte-se com o presente. Muitas vezes não é fome, pesadelo ou frio, mas sim saudade o motivo que os faz acordar e pedir colo. E aí questionamos: que saudade é essa se ficamos juntos o dia todo? Ok, mas nesse dia, quantas vezes você estava realmente entregue ao momento, olhando nos olhos, compartilhando risadas e descobertas?

3) O sol vai embora e chega a calmaria
Os bebês, principalmente os pequenos, costumam estranhar o fim de tarde. É hora de choro e muito colo. Visitar recém-nascido às 17h é o cúmulo da sem noçãozisse. O escurecer combina com recolhimento, menos brincadeiras agitadas, mais historinhas e aconchego. Não dá para em um minuto jogar a criança para cima, fazendo a maior farra e, no seguinte, esperar que ela esteja em clima de descanso. É interessante que haja um processo de diminuição de ritmo da casa até o momento de dormir. Essa diferenciação de dia e noite pode começar nos primeiros dias de vida e seguir por toda a infância. Farra é de dia, noite é calmaria.

4) Converse com o bebê
"Filho, daqui a pouco vamos tomar banho, mamar e dormir, tá bom?". Por mais novinho que o bebê seja, é importante lembrar que ele é um ser humano. Não dá para arrancá-lo de uma brincadeira divertida, sem mais nem menos, e enfia-lo embaixo d'água. Criar o hábito de conversar e sempre explicar o que vem a seguir não só colabora com o sono quanto com o desenvolvimento da linguagem. Nunca duvide da capacidade do bebê de entender o que você diz.

5) Banho, música, massagem ou história
Associe um momento gostoso à hora de dormir. O banho de chuveiro é interessante por dois motivos: promove o contato físico com os pais e a "inhaca" do dia vai embora pelo ralo. Claro que banho de balde/banheira também é bom, a imersão ajuda a relaxar o corpinho. Uma música tranquila colabora com o clima (no spotify tem playlists ótimas) e alguns amam ouvir uma boa história. Experimente e descubra do que você e o bebê gostam, o que funciona para vocês em cada fase.

6) Rotina é bom, mas não pire
É interessante que a hora de dormir aconteça, aproximadamente, em um mesmo horário. Isso não quer dizer que você deve faltar ao aniversário de 100 anos da vovó porque será de noite. Rotina é para o dia a dia, mas a flexibilização é saudável para toda a família, inclusive para o bebê. Ele não quer ser motivo de infelicidade ou isolamento de ninguém. Seja razoável, selecione os programas e deixe a rotina para dias "normais". Tudo bem dormir sem banho/música/história um dia ou outro, isso não significa que, necessariamente, ele acordará 345 vezes aquela noite. Se foi um dia gostoso, cheio de atenção e amor, a tendência é o contrário.

7) Não seja a louca do minuto a minuto
Na medida do possível, evite olhar o relógio cada vez que o bebê dorme/acorda. Você vai atende-lo de qualquer forma, não vai? Então pra que sofrer? Observe seu filho. Ele está saudável e feliz? Então, talvez, essa sonequinha de 22 minutos seja suficiente para ele naquela tarde. Você queria que ele dormisse mais? Bem-vinda ao clube. Sofrer por antecipação causa ansiedade e pode criar um problema desnecessário. "Ele acordou às 17:47 e só dormiu 34 minutos, isso significa que vai dormir às 21:17 e a primeira acordada será 23:23, ferrou tudo, a noite será péssima, já tô vendo, socorro!!!". E claro que a noite fica péssima mesmo, né?

8) Bebês acordam, entenda que isso é o normal
Dormir a noite toda é exceção da exceção. A maioria esmagadora de bebês acorda, seja uma, três ou oito vezes. Não quer dizer que será assim para sempre, mas que é assim naquele momento. Cada dia é um (outro mantra). Converse com mães sinceras e seja empática com as necessidades do seu filho. Os bebês sentem medo da solidão, é instintivo. E, quanto menores, mais vezes precisam acordar para se alimentar. Existem mil fatores objetivos e subjetivos que influenciam o sono, por mais que você quebre a cabeça tentando entender porque ele acorda tanto (é pico? É fome? É saudade?) é difícil saber ao certo. Estude as fases de sono do bebê de acordo com cada idade.

9) Respire (literalmente)
Sempre que for ajudar o bebê a dormir, seja ninando, amamentando, deitando com ele ou apenas estando próxima, observe a sua respiração. Os bebês coordenam a respiração com a nossa e isso os ajuda a relaxar. Quanto mais ansiosa para sair logo dali, mais vai demorar. Aproveite o momento, entregue-se. Mais fácil com eles do que contra eles, lembra?

10) Cuidado com os métodos que prometem ensinar o bebê a dormir
Dormir é uma necessidade biológica tão básica que nascemos sabendo fazê-lo, assim como respirar. O problema não é o bebê, mas sim o cansaço e a expectativa irreal do adulto. Os métodos que defendem a ideia de deixar o bebê chorar não os ensina a dormir, mas sim a se autodrograr (devido aos hormônios liberados pelo stress e o medo) e a se conformar com o abandono. Entendo que, para algumas famílias, essa pareça a única saída, diante de tanto desespero e cansaço acumulado. Avalie se esse é o caminho que quer percorrer. Se for, tudo bem, mas é importante entender as consequências para o bebê.

Recomendo o livro Dormir sem lágrimas, de Rosa José.

Texto: Marcela Feriani 
imagem: google



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Primeiro fique sozinho...


"Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro ame a si mesmo.
Primeiro seja tão autenticamente feliz, que se ninguém vier, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bater à sua porta, está tudo bem.
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à sua porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão - felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia."

Osho


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